
A vida num sopro de infância
Uma ganância por atingir
Na ânsia daquilo que não sou,
Que jamais serei e que nunca há-de vir...
Da noite amargurada nada ficou
Tudo restou daquilo que não senti
No dia em que parti...
E ao longe te vi
E, agora, e aqui
Renasço daquilo que não vivi,
Daquilo que não sonhei,
Daquilo para o qual jamais nasci
E para sempre apaguei...
Muito bonito martinha,
ResponderEliminaré continuar a pedalar...
Lindo amiga!
ResponderEliminarContinua assim, a ser como és... ;)
Bjs